Primeiro subprojeto do ILBJ convida jovens a refletirem sobre desafios e caminhos possíveis

O Instituto Luciano Barreto Júnior (ILBJ]) deu largada aos subprojetos de 2026 com o “Tinha uma pedra no meio do caminho”, uma iniciativa desenvolvida pela equipe psicossocial da instituição que mobilizou os jovens de todos os módulos em torno de um tema comum que são os obstáculos que atravessam suas trajetórias e as possibilidades de enfrentamento coletivo.

Realizado ao longo dos meses de fevereiro e março, o subprojeto promoveu encontros em todos os turnos, reunindo jovens em espaços de escuta, diálogo e construção conjunta para que eles pudessem identificar dificuldades e a proposta foi estimular o pensamento crítico fortalecendo a autonomia dos participantes diante dos desafios do cotidiano.

Ao longo das atividades, os jovens foram convidados a compartilhar histórias, refletir sobre suas trajetórias e pensar, em grupo, estratégias possíveis para seguir em frente. A metodologia priorizou a participação ativa, valorizando a escuta e a troca como ferramentas centrais do processo educativo.

Para a psicóloga do ILBJ, Juliany Correia, o subprojeto também cumpre um papel fundamental no fortalecimento emocional dos jovens. “Criar esse espaço de fala e escuta é essencial, aqui, eles percebem que não estão sozinhos nas suas dificuldades e que existem caminhos possíveis, mesmo diante das limitações”, explica.

A assistente social Lorena Ferreira destacou que a iniciativa surge como uma forma de acolher as vivências dos jovens e transformar experiências individuais em aprendizado coletivo. “Quando a gente fala sobre essas ‘pedras’, a gente também está falando sobre contexto, sobre realidade. O mais importante é mostrar que esses obstáculos não precisam ser enfrentados sozinhos”, pontua.

A gerente e coordenadora pedagógica do ILBJ, Valéria Freire, reforçou que o subprojeto traduz o compromisso da instituição com uma educação integral. “Nosso objetivo não é apenas trabalhar conteúdos, mas formar sujeitos críticos, conscientes e preparados para lidar com a realidade. Esse projeto mostra exatamente isso, que aprender também é olhar para si, para o outro e para o mundo com mais profundidade”, afirma.

Ao final do processo revelou-se caminhos possíveis, fortalecidos pela coletividade, pela escuta e pelo reconhecimento de que crescer também passa por compreender os próprios desafios.